A VIDA DE EMILE ZOLA – 1937 / Oscar Melhor Filme 1938

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TÍTULO ORIGINAL :- The Life of Emile Zola

DIRETOR :- William Dieterle

ELENCO :-
Paul Muni (Emile Zola)
Vladimir Sokoloff (Paul Cezanne)
Gale Sondergaard (Lucie Dreyfus)
Joseph Schildkraut (Capt. Alfred Dreyfus)
Gloria Holden (Alexandrine Zola)
Donald Crisp (Maitre Labori)
Erin O’Brien-Moore (Nana)
John Litel (Charpentier)
Morris Carnovsky (Anatole France)
Louis Calhern (Major Dort)
Robert Barrat (Major Walsin-Esterhazy)
Grant Mitchell (Georges Clemenceau)
Robert Warwick (Major Henry)
Charles Richman (M. Delagorgue)
Walter Kingsford (Coronel Sandherr)
Montagu Love (M. Cavaignac)
Frank Sheridan (M. Van Cassell)
Lumsden Hare (Sr. Richards)
Marcia Mae Jones (Helen Richards)
Florence Roberts (Madame Zola)
Dickie Moore (Pierre Dreyfus)
Rolla Gourvitch (Jeanne Dreyfus)
Egon Brecher (Brucker)
Iphigenie Castiglioni (Madame) Charpentier
Robert Cummings Sr. (Gen. Gillian)
Frank Darien (Albert)
Alexander Leftwich (Maj. D’Aboville)

SINOPSE :-
Paris, 1862. Emile Zola (Paul Muni) e Paul Cezanne (Vladimir Sokoloff) dividem um frio sótão, enquanto esperam triunfar nas suas carreiras. Zola consegue um emprego numa livraria e editora, mas logo o perde, pois publicou um livro “verdadeiro demais”. Numa noite a polícia de Paris dá uma “batida” para prender prostitutas. Emile e Paul evitam que uma seja presa fingindo estar com ela. Zola se interessa pela vida dela e logo o livro “Nana” (o nome da meretriz) se torna um sucesso comercial. Na última década do século XIX Zola é um autor respeitado, que escreveu vários livros e leva uma vida confortável com sua esposa. Em 1894 o país é sacudido por um escândalo, pois o capitão Alfred Dreyfus (Joseph Schildkraut) é acusado de ser traidor. Não havia provas da sua culpa, mas ele é considerado culpado por ser judeu enquanto o traidor, o major Walsin-Esterhazy (Robert Barrat), fica impune por ser de uma tradicional família. Dreyfus é “ent vivo”, pois perde a patente e é mandado para a Ilha do Diabo. Quando o coronel Picquart (Henry O’Neill) encontra provas da sua inocência lhe é ordenado que se cale, pois o estado-maior não pode admitir que errou. No início Zola nunca se interessou pelo caso e só dá atenção quando Lucie (Gale Sondergaard), a esposa do condenado, o procura. É quando Zola desafia os militares publicando “J’Accuse”, uma manifesto a favor de Dreyfus.

CURIOSIDADES :-
– A “Lux Radio Theater” transmitiu uma adaptação para rádio de 60 minutos do filme em 08 de maio de 1939 com Paul Muni reprisando seu papel no filme.

– Bonita Granville (Violeta) está nos registros do estúdio e nas listas de chamada de elenco deste filme, mas ela não aparecesse ou não pode ser identificada.

– Devido a graves inundações em Los Angeles, em 1938, a apresentação do Oscar de Melhor Filme para este filme foi adiada de quinta-feira 3 de março a quinta-feira 10 de março desse ano. (ver também – No Calor da Noite e Touro Indomável).

PREMIAÇÕES :-
– Ganhou o Oscar 1938, nas categorias:
Melhor Filme,
Melhor Ator Coadjuvante – Joseph Schildkraut e
Melhor Roteiro.
– Indicado, nas categorias:
Melhor Direção,
Melhor Melhor Ator – Paul Muni,
Melhor Som,
Melhor Direção de Arte,
Melhor História Original – Geza Herczeg,
Melhor Trilha Sonora e
Melhor Diretor Assistente.

TRILHA SONORA :-
– La Marseillaise (1792)
Escrita por Claude Joseph Rouget de Lisle
Variations often in the score

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